Buzina que
nos desperta
Por mais que
seja corneta
Às vezes a
vontade é redescoberta
(dirty minds, agora é a cantar com mais pujança!)
Sempre que
se ouve um gemido
De um colega
a trabalhar
Fica-se logo
destemido
Com vontade
de tocar
Ó gente do
meu trabalho
Agora é que
eu percebi
Esta alegria
que trago
Foi de vós
que recebi
E pareceria
uma caneca
Se eu me
deixasse encantar
Era maior a
enxaqueca
Menos alegre
o meu trabalhar
Assim se “estraga” um poema lindíssimo de Amália Rodrigues. E se acham que este é o maior problema é porque não imaginam a vozinha que eu tenho para cantar. Oscila entre uma grafonola antiga e um giz a passar de raspão num quadro.
![]() |
| A musa inspiradora |


