São as filas
para entrar e para sair. São as acrobacias por entre corredores. São as
excursões que os espanhóis lá fazem (no Porto, às vezes, ficamos na dúvida se
estamos no IKEA ou no El Corte Inglês de Vigo). É o raio do mini-mini-lápis, que seria jeitoso se eu tivesse 4 anos e meio. É
o papelinho das referências, que não foi feito para aceitar carvão à primeira.
É o jogo de tetris, que consiste em enfiar caixas espalmadas e com 2 km de comprimento num
carro normal. São as instruções com mais bonecos, do que um livro de
banda desenhada do Tio Patinhas. Mas “prontus” … no fim de tudo isto, a “sueca”
estava montada e prontinha a usar. Estava!
Porque agora já não está!
Agora venham-me
dizer que a culpa é minha, que “ai e tal, montaste a tua mal, porque sempre que
a gente passa, ela abana-se toda!”. Pois abana-se … não está pregada à parede e
talvez (mas só talvez) porque me sobraram três peças e não era suposto.
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| Imagem retirada da Internet |








