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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Se quiserem que eu pergunte quando é que fica disponível, eu pergunto!

Mas durante o almoço, procuraram, procuraram e toda a gente chegou à sobremesa sem ver forrobodó na televisão do restaurante … mas “prontus” havia menores na sala, pode ter sido essa a razão da refeição não vir acompanhada de exclamações de satisfação.

Qualquer das formas, perguntar neste restaurante “tem punhetas de bacalhau?” … é capaz de deixar o empregado confuso entre procurar no cardápio ou procurar no Guia do videoclube!


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Obras em casa, que coisa tão linda, tão cutchi-cutchi, tão fofi, tão começar de novo, tão positiva, tão …

… qualquer coisa, eu aceito, desde que as obras sejam na casa de outra pessoa e não na minha.

Obras em casa, para mim, significa entrar numa divisão e ficar com a sensação que quem lá trabalhou, trabalhou numa tradução literal da música da Ivete Sangalo “Poeira, poeira, levantou poeira!”, ao ritmo da música “Only Time” dos Enya e eu nem ao ritmo da música “Eye Of The Tiger” vou conseguir voltar a pôr o chão, as paredes e as superfícies envolventes em condições de serem aprovadas pelo algodão do “branco mais branco não há”!


E quase que posso apostar que a conta vem acompanhada da música do Psycho!!!  


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Ainda bem que a hortaliça já não está de molho …

… por este andar, do dia para a noite, os agricultores do norte teriam que obrigatoriamente passar a dedicar-se à aquacultura!

(não é um rio, nem um campo de arroz, é, ou melhor era, um campo normalíssimo onde os animais pastavam … agora podem fazer natação sincronizada e tudo!



E nos últimos dias, os tenistas também puderam experimentar outras modalidades … talvez, voleibol aquático!
 
 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Vamos lá ter aqui uma conversinha séria, mas mesmo muito séria …

… quem é que de vocês resolveu pôr o São Pedro a diuréticos?

É que para escorregar e estatelar o meu belo rabinho de 2 metros e meio no chão … vou para a Serra da Estrela fazer sku, não preciso de uma calçada portuguesa escorregadia!

Para ver quedas de água, do género cascata “aqui vai água com toda a força da natureza” … vou até Fraga da Pena, porque lá o ar é mais “saudável” e a paisagem mais bonita!

Cabelo encaracolado tipo ovelha lambida por uma vaca … vou ao cabeleireiro, faço uma ondulação, durmo uma noitinha descansada sobre esta peruca que “benzadeus” e voilà, fico nesses preparos.

Lavar roupa ou lavar os pés … consigo perfeitamente fazer isso em casa, não preciso adiantar trabalho na rua!

Digam lá! Confessem! Foram vocês que puseram os cães a beberem de pé, não foram?

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Sabem o que é que dava mesmo jeito, mas mesmo muito jeito?


Imagem retirada da Internet
 
Era isto ser um bocadinho mais cintado e não dar um andar esquisito.

Um estilista qualquer considerar isto tendência 2016-2017.

A Zara começar a produzir isto como se não houvesse amanhã.

Os blogues cor-de-rosa virem todos dizer que isto sim era o último grito da moda e que ficava lindamente com um colar de pérolas e uma gabardine.

… e assim, esta pessoa podia sair à rua, permanecer seca e sem correr o risco de ser internada por ser a maluquinha que anda com galochas de pesca na cidade.

(se bem, que a avaliar pelos charcos pelas mini-lagoas, que algumas estradas estão transformadas, qualquer dia dá para criar lá carpas!!!!)  

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Eu “saoudo”, tu “saoudas”, ele “saouda”, nós “saoudimos”, vós “saoudis”, eles …

… bem, eles continuam a ignorar o risquinho vermelho por baixo da palavra “saoudidos”, que gentilmente o Microsoft Word fornece .

A vizinha de baixo continua a ter bolinhas de cotão suficientes para fazer um novelo, migalhas para alimentar um pombal e um terraço que é um campo minado de beatas … que nos dias mais atarefados pode ainda receber garfos voadores, guardanapos de papel, cuequinhas sexies da vizinha do 5º esquerdo e os cuecões da avó da mesma.  

Os tapetes, toalhas e restantes objectos passíveis de prejudicar os restantes condomínios levam à letra o lema “ano novo, vida nova”, agora deixam de ser sacudidos à bruta e passam a ser “saoudidos” na clandestinidade!  
 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Hoje estou mais concorrida do que a Ponte do Freixo à hora de ponta!

Recebi uma mensagem para reflexão “já imaginou uma protecção à medida da sua vida?”, quando na realidade o que eu gostava era de ter um seguro à medida da minha carteira.

Depois recebi a 3756844934ª mensagem da Perfumes & Companhia, a loja que eu desconfio que já não pratica “preços normais” ao fim-de-semana desde Outubro, está permanentemente em Black Friday … para os totós.

Recebi outra da Fnac (esta semana já é a terceira que recebo), “quer” que eu compre um Samsung Galaxy S6 Edge ou Plus (é simpática, deixa escolher e tudo) e “dá-me” um bilhete para o Rock in Rio Lisboa. A MEO já contrapôs e “dá-me” um “Samsung Galaxy A3 com desconto 170,99€ por apenas 900 pontos” … estou à espera de mais propostas, se calhar até ao Natal organizo um leilão e grito aos quatro ventos: “ó freguesa, quem dá mais, quem dá!”.
 
Imagem retirada da Internet
 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Como ser os 7 anões num fim-de-semana prolongado …

… apanhem uma constipação na sexta, ignorem os sintomas durante o sábado e no domingo enfiem-se num shopping perto si com o aquecimento a bombar ao nível de um forno a 180ºC.

Vão por mim, façam isto e na segunda-feira, passam do Atchim ao Soneca num piscar de olhos, pelo meio ainda conseguem “encarnar” o Mudo Dunga. Chega a terça-feira e conseguem manter a personagem do Zangado em cena durante todo o dia. O Feliz “desce em vós” quando estão a meter as bolas ao pinheiro e o Tímido quando tentam montar um estendal de 3 pisos … eu e aquele estendal não tivemos um relacionamento fácil, incompatibilidades tornaram a relação difícil de concretizar, mas ao fim de longos minutos horas de um silêncio profundo, o Tímido deu lugar ao Sabichão e coisa deu-se. Deu-se e não sobraram peças “extras”!

Imagem retirada da Internet

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Morro de medo que ele me salte do frigorífico …

… a sério, estou mesmo em pânico, acho até que ele tem escutas, colocou câmaras de vigilâncias e contratou dois ex-agentes do KGB para me seguirem. Olhem que não estou a gozar! Ele é mesmo maluco! Aliás, uma pessoa que nem alfaces me deixa comer e por ele a Coca-cola não teria dinheiro nem para contratar um Pai Natal em cuecas … só pode ser um “taradão”!

Estava esta pobre criatura a comprar um consolo de alma (exactamente, um chocolate), de dimensão pequena (maior que o lego, mas menor que um telemóvel XPTO), quando o meu nutricionista de 1,90 por 30 de cintura me “brota” da terra, tal e qual uma nabiça, e exclama:

Nutricionista: Mau! Isso não parece um quadrado de chocolate!

Eu: Deixe estar, que eu à dentada trato já disso e transformo-o num quadrado de arestas afiadas e tudo!


 
O diabo está … nas calorias, mas recomendo, é bom!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Carta ao ignóbil de descomunais chavelhos, que resolveu marrar com o espelho do meu popó

Meu grande estupor Vossa excelência, que por acaso do destino, achou por bem dar cabo à cacetada ou com outra coisa qualquer modificar o design do meu espelho lateral, fique larápio de meia tigela vossa senhoria sabendo que, apesar de ser uma atitude de um grande cabrão de pouca lisonja, para alguém do seu gabarito, o espelho continua operacional.

Devo também acrescentar, que se o seu intuito era roubar levar o espelho por engano para casa … meu querido, estudasse, porque aquilo é um trabalhinho de um ladrão mal parido!
 
Imagem retirada da Internet
 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Querem boas ideias para prendas de Natal … perguntem à Joana!

Nesta altura do ano, todas as ajudas são poucas, por isso enquanto bebia o meu cafezito, ignorava a montra de docinhos que se encontrava por baixo do pires e o cheirinho a croissant quente que inundava as minhas narinas, “agucei” os ouvidos quando ouvi:

- Sabes quem é que tem sempre boas ideias para prendas?

- Quem?

- A Joana. Este ano pediu a uma pessoa para fazer a árvore ginecológica do marido e vai-lhe oferecer no Natal.

- Nunca me lembraria de oferecer tal coisa, mas parece-me uma prenda interessante. E no ano passado, também ofereceu assim algo desse género?

- Sabes que ela é muito isotérica, no ano passado mandou fazer a carta astronómica do marido.
 

Estive quase para perguntar se a carta vinha em volumes como a Enciclopédia Larousse, ou em fascículos como as colecções da Planeta DeAgostini … mas ainda estava a tentar perceber como é que o ginecologista fez uma árvore a um homem!
 
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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Como é que eu explico a uma pessoa que eu preciso de um burro para o presépio …

… mas é um burro de loiça e com quatro patas, não um de carne e osso com duas “patas”, e que por isso não vale a pena ela candidatar-se ao lugar?!?

Espaço de uso comunitário é, por definição e consenso geral, um espaço em que as pessoas têm que obrigatoriamente partilhar. Não é porque gostam umas das outras, não é porque gostam de calor humano, é porque tem que ser, é assim que o mundo dos “normais” funciona. Pedir com jeitinho mais espaço é uma coisa, ordenar que todas as outras pessoas “cheguem para lá as tralhas” é outra.

E mais uma coisa. Como é que eu explico, sem levar um coice, que o “obrigada” não é “old fashion”, não custa nada e, vejam lá a loucura, não se gasta com o uso e não paga imposto?! Ficava bem ali um “obrigada”, principalmente quando toda a gente se vê obrigada a ficar “unidinhas venceremos”, para que a outra tenha uma espécie de T4, que lhe permite trazer o marido, os filhos, o canário, o cão, a tartaruga e ainda lhe sobra espaço para colocar o peixinho dourado em exposição!

Imagem retirada da Internet

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Ginásio que é ginásio, tudo é sincronizado … até o duche!

Depois de uma aulinha puxada, daquelas que nos fazem descobrir músculos que nunca sonhamos que tínhamos, chega a altura mais importante de todas. Não, não é os alongamentos, é o tomar banho para não sairmos de lá a cheirar a cão molhado.

E estamos todas feliz e contentes, debaixo do chuveiro, aguazinha quentinha a cair pelo corpo, a descontrair os músculos, pega-se no gel de banho, massaja-se lentamente braços e pernas, tudo perfeito, tudo a relaxar, harmonia e descontracção … e leva-se com água fria mesmo no meio das costas. Porquê? Porque quando a pessoa que estava no último chuveiro o ligou, toda a gente teve direito a uma “rega” não programada.

Houve casos em que o chuveiro “botou só umas pinguinhas”, noutros “um pequeno jacto”, no meu caso (estava mesmo ao lado do último chuveiro), tive direito a uma cascata de água fria, mas daquela fria da boa, que só existe na Serra da Estrela antes da serra ficar toda branca!

Estão a ver? Pois, eu senti no lombo …
 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Regras de sobrevivência a uma boa aula de zumba …

… para pessoas que só correm, quando são perseguidas por uma matilha de cães raivosos.
Regra nº 1: Por mais pragas que vocês roguem à instrutora, ela terá sempre energia para dar e vender e nunca ficará de bofes de fora.

Regra nº 2: O conceito de esquerda e direita são completamente abstractos. Ninguém nota que vocês estão em contracorrente, excepto se forem contra uma pessoa ou parede.

Regra nº 3: Nunca em hipótese alguma parem o vosso carro, mota, bicicleta, trotinete, enfim aquilo que vos vai transportar para um local onde haja uma cadeira, na rua mais íngreme da cidade e arredores … caso contrário para além de procurarem as chaves, também terão que procurar o vosso orgulho! (nunca subestimem a capacidade de pedalar de um miúdo de 3 anos num triciclo)
 
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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Ora vamos lá saber de uma coisa muito importante …

… vocês são parascavedecatriafóbico, triskadekafobia ou pura e simplesmente hoje levantaram o rabinho da cama felizes e contentes por ser sexta-feira, amanhã ser sábado, depois chegar o domingo e em princípio tudo isto vai acontecer com solinho de fundo?

Eu não sou supersticiosa, por isso “pertenço” ao último grupo, para os que são parascavedecatriafóbico (têm medo de sextas-feiras 13) ou triskadekafobia (têm fobia do número 13) … espero sinceramente que sejam bons a dobrar a língua, porque não é fácil dizer aquilo sem lançar meia dúzia de perdigotos ou parecer um russo após o consumo de três garrafas e meia de vodka.  
 
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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Só para avisar os desprevenidos e os gulosos …

… que eu até ao Natal terei mau feitio, mas mesmo muito mau feitio, daquele mau, mas mesmo mau, que só vai lá à lei do bombom.

E não é de um bombom qualquer. Não! É de um bombom prescrito e recomendado pela família Redondo. Um bombom que sabe como tornar um feitiozinho da merd@ num agradável e frondoso princípio de diabetes feitio de anjo. Ai, tão bom …


 

… e não se atrevam a dizer que não é, que são desconjurados aqui e agora! Aie!   

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Qualquer analogia é pura, mas mesmo pura coincidência …

Qualquer analogia entre o meu aspecto nesta segunda-feira, muito pouco solarenga, e o aspecto das pessoas que foram na noite de Sábado para Domingo para a rambóia mascarados de zombies aterradores (aos olhos de crianças de 3 anos), esqueletos vivos e vampiros sexies é pura especulação e em nada, em absolutamente nada, corresponde à realidade!

Até porque para vampiro falta-me os caninos afiados, para esqueleto tenho que “raspar” a camadinha de gordura que me “aquece” os ossos e para zombie … bem, para zombie faltava pouco, mas hoje de manhã em vez de me maquilhar, “entrei em obras” e a coisita ficou resolvida!  
Agora só me falta resolver este pequeno problema ...
 
     

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Ao décimo quinto “hã?”, uma pessoa, por mais boa vontade que tenha, desespera …

Eu sei que um dia serei surda como uma porta e pior tenho quase a certeza absoluta, que por genética ou erros passados, o serei. Contudo, desespero com os familiares cujos ouvidos meteram férias e nunca mais voltaram ao serviço.

Aos primeiros “hã?”, eu começo a encurtar as frases e a resumir a ideia em três ou quatro palavras. Quando a coisa começa a ficar mesmo complicada, elimino os artigos e as palavras que não são propriamente necessárias e a pergunta “Fica combinado para que horas?” transforma-se em “Horas?”.

Mas quando já perdemos a conta ao número de “hã?” que ouvimos numa conversa de quinze minutos e o nosso tom de voz já é igual ao de um tenor traçado de barítono ligado às colunas de som de uma discoteca, surge a seguinte afirmação por parte da outra pessoa, da “surda como uma porta”:

- Fala mais baixo, que eu ainda ouço muito bem! Não precisas de falar alto.
 
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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Sobre aquilo dos enchidos, das carnes vermelhas e carne processada …

… serem mauzinhos para a saúde. Acho mal! Muito mal, porque dois deles são os ingredientes principais de uma boa francesinha e ela sempre fui uma boa amiga e uma excelente companheira em qualquer ocasião, mas “prontus”. Agora, expliquem-me uma coisa!

A carne não se pode comer, porque provoca cancro.

O peixe não se pode comer, porque os rios estão contaminados.

Fruta e legumes não se podem comer, porque os fertilizantes são prejudiciais à saúde.

Fruta e legumes biológicos não se podem comer sem penhorar um rim e o anel de rubi.

Vamos comer o quê? Ar … não, espera, isto também não se pode comer, faz gases e é prejudicial à saúde “de todos, no geral”.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

E dizem-me assim, sem me darem um copinho de água com açúcar, sem "sente-se e aqui vai disto" … não percebo esta falta de consideração.Estou inconsolável!

Hoje, a MEO informou-me que sou mãe:


Sempre ouvi  “Ai e tal as dores de parto são horríveis, que tenha uma hora pequenina” …. a minha foi tão pequenina que nem dei conta do miúdo nascer e ele já vai dormir com tubarões num acampamento no Oceanário a mais de 365 km de casa!

E depois a MEO manda-me “vá a meo.pt ou ligue 12096”, não, não vou, eu vou é procurar o miúdo antes que a segurança social me bata à porta! Raio do catraio, nasce sem avisar, gasta-me 850 pontos num acampamento com tubarões e nem sequer se digna de dizer “olá mãe!”.