Todos nós temos um dia que parece feito
de 48 horas, em vez das habituais 24 horas. Hoje tocou-me a mim. Começou cedo e
ainda não acabou, porque continuo a pensar no que foi dito, feito e … no que
ainda há para fazer. Mas, de todas as coisas que me passam pela cabeça, há uma
que teima em ficar. Os gabarolas, lambe-botas e convencidos que tive de ver
hoje a “meterem a pata na poça” (para não dizer o corpo todo, tal foi a
asneirada!). “Eu fiz isto e mais aquilo! Esquece, tu não tens hipótese só com
isso”. “O meu trabalho é extraordinário, até já me deram os parabéns”. “Estou
certo, que o meu trabalho vai ser aceite, porque já falei com X, Y e Z”. Pois …
não foram. Não foram extraordinários, nem elogiados e as palmadinhas recebidas
nas costas antes da reunião de nada serviram. Na hora H, os “ratos” são sempre
os primeiros a fugir do barco, quando este se está a afundar. Na hora H, quem
diz “tem o meu apoio”, só apoia se isso significar ficar bem na “fotografia”. Hoje,
quem fez realmente um bom trabalho é que recebeu os elogios. Os outros … os
outros ainda agora não devem saber o que fizeram de mal, porque muito
provavelmente toda a vida fizeram o mesmo. Gabaram-se, pavonearam-se e
produziram o discurso mais eloquente possível (sem qualquer conteúdo) para
disfarçar a falta de competência. Amanhã é um novo dia …
quinta-feira, 10 de julho de 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
A loucura da lata … Coca-cola minha, coca-cola minha há alguma latinha!?
Ainda não vi filas de pessoas a olhar
para as prateleiras do supermercado à procura do seu nome na lata da coca-cola.
Mas já vi várias pessoas a “rodar” latas como se não fosse nada com elas. Roda
uma, depois outra e por fim mais outra … e depois de constatar que a maioria
tem o mesmo nome e que não encontram a lata desejada, lá seguem viagem com ar
de desilusão. Mas até que ponto é importante o nome constar na lata da
coca-cola? Será que é necessário criar um grupo de ajuda? Bem, grupo de ajuda
não sei se há, mas rede de ajuda já existe no facebook (“Cola Zero - Rede de ajuda para encontrar a Coca
Zero com seu nome”). Esta buscar pela lata (esperada pela marca) levou à
criação de “eventos de personalização” espalhados um pouco por todo o país …
Ok! E o que é preciso? Simples. Comprar uma lata de coca-cola clássica e em
troca recebes um autocolante (no máximo 4 por pessoa) personalizado para colar
à lata. Sou eu a única a achar ridícula esta obsessão pela lata da coca-cola
com nome? Será motivo de preocupação não ter um nome “normal” ou pomposo o
suficiente para ser digno da marca coca-cola? Eu cá adoro coca-cola,
independentemente da lata ter ou não o meu nome!
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Problema resolvido! |
Isto sim é amor…
O amor é como
a gripe … apanha-se na rua e acaba na cama. Tem a sua piada, mas para mim, isto
não é amor. Paixão? Química? Atração física? Talvez. Mas amor não é. Amor é algo
que se constrói com o tempo e que evolui com o tempo. É necessário conhecer
a outra pessoa, gostar dela, percebê-la, respeitá-la como ela é realmente. Amor,
ou pelo menos o verdadeiro amor, não é apenas um momento ou um "pedaço" que se gosta na outra pessoa. É todo o conjunto.
É amar o todo e não a fracção. Não se ama pela metade. Ama-se quando a outra “metade”
é perfeita com todas as suas imperfeições. Ama-se simplesmente … sem pudor, sem
receio. Partilha-se, soma-se e multiplica-se nos bons e maus momentos. Pode ser
um cliché, pode ser uma ideia demasiado romanceada do amor … Mas, não é assim
que deve ser o Amor?
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Rotinas …
Confesso que sinto algum conforto em ter
certas rotinas. Não um conforto do tipo transtorno obsessivo-compulsivo, mas um
conforto de saber que não tenho de tomar mais uma decisão. Falo da rotina de
tomar o pequeno-almoço todos os dias da semana a olhar pela janela da cozinha,
de ir para o emprego sempre pelo mesmo caminho, de tomar um café no café do
costume, de entrar num restaurante e o empregado perguntar “é o costume?”. Ao
fim de um dia de decisões ou mesmo antes do dia começar, às vezes, é bom saber
que há sítios onde o hábito deu origem a uma familiaridade confortante.
domingo, 6 de julho de 2014
Passeios pela Internet #1 … a “oração” que os homens não podem descobrir!
Nas minhas deambulações pela Internet
descobri esta “oração” das mulheres e não resisti em partilhar. Não me
identifico totalmente com o texto da “oração”, mas tem piada …
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Imagem retirada da Internet |
sábado, 5 de julho de 2014
Só visto …
Alguém se esqueceu de informar a Yoko
Ono, que o facto de ser viúva de Jonh Lennon, não lhe dá uma (boa) voz para
cantar. Sim, porque o que a Yoko fez no Festival de Glastonbury (Inglaterra)
foi tudo e mais alguma coisa … menos cantar. No máximo a Yoko conseguiu “matar”
uma canção, cuja letra (ou pelo menos a parte que se conseguiu perceber) não é
grande coisa. Então aqueles movimentos corporais (que são tudo menos dança)
deixam muito a desejar. Aqui fica o vídeo …
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