quinta-feira, 30 de abril de 2015

Dúvida: é para varrer ou é para esconder?

Diz que é o último grito da moda. Eu não digo que não (logo eu!).

As calcinhas são giras, são fluídas, há em diversas cores e padrões, são fresquinhas e parecem ser uma excelente escolha para dias quentes no Verão … só que comigo, não. Não vale a pena! O “casamento” entre mim e este tipo de calças tem como opositores os espelhos, que me “informam” (e com bastante clareza) que para palhaço só me fica a faltar o nariz vermelho!

E depois há outro pormenorzinho! Eu até gosto de roupa com aspiração a outra coisa, por exemplo os calções-saia foram em tempos uma peça muito jeitosa, mas agora calças com aspiração a varredoras de calçada portuguesas e que gostam de passar a pano todas as salas em que entram … não, são calças demasiado ambiciosas para mim!
 
Imagens retiradas da Internet
 
Ou talvez não! Talvez sejam só calças sensatas e que tentam apenas esconder os sapatos as andas, que resultam de um cruzamento entre os pilares da Ponte de S. João com um pneu de um tractor …
 
 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Por este andar, amanhã faço manchete no CM …

Isto está a correr tão bem, mas tão bem, que acabei de trocar um 9 por 8 e fui acertar com o número de telefone de uma funerária … grande pontaria! Já para não falar da reacção do outro lado do telefone, quando eu disse que ainda não tínhamos recebido a encomenda.

- Desculpe, mas ligou para a Funerária XYZ [há que proteger o anonimato dos visados pela minha trenguice]. E nós ainda [AINDA???] não fazemos entregas ao domicílio.

Logo pela manhã, pela fresquinha, apanhei com um sapato … uma mãe tentava dar o pequeno-almoço ao filho na varanda (???) e a criança deixou cair a sapatilha (ou ténis). Ainda estou para perceber se a pior parte foi apanhar com aquilo no ombro ou tentar devolver a sapatilha à mãe. Não, não foi à primeira e muito menos à terceira tentativa, mas pelo menos não lhe parti nenhum vidro.

E agora estou aqui a pensar, que no regresso a casa, eu tenho que passar por um prédio em obras … aceitam-se apostas! Será que me cai um tijolo em cima, uma chave inglesa ou berbequim? [as hipóteses são só estas, porque bricolagem e construção não é propriamente o meu forte e assim de repente foi o que me lembrei].   
 
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terça-feira, 28 de abril de 2015

Não tarda Lopetegui terá que fazer uma formação com "Rocky" Balboa …

Não se apoquentem, que isto não é um post de vermelhos contra azuis, porque eu de futebol percebo tanto como de tapete de Arraiolos. Mas Lopetegui (e confirmei duas vezes, porque não quero levar com nenhum puñetazo) terá os próximos dias extremamente ocupados. A filinha para os puñetazos engrossa a cada dia que passa.

O primeiro da fila é claramente Jesus, que tirou a senha, mas ainda não foi aviado. Coitado do homem, ele atropela e pontapeia a língua de Camões, o Lopetegui já tentou falar com ele em latim e meteu a pata na poça, agora resolveu-se pela língua de Cervantes … e não sei, mas acho que “te voy a dar un puñetazo”, aos ouvidos de Jesus, puñetazo soa mais a punho+_eta do que a murro. 
 
Imagem retirada da Internet
 
O segundo é a Wikipédia … acho que o Lopatego é coisa para deixar o Lopetegui com uma fúria igual ao do Hulk (e não me refiro ao que joga no Zenit).
 
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E o terceiro é o Luís Franco-Bastos, que muito provavelmente depois deste vídeo terá que mudar o nome do espectáculo “Roubo de Identidade” para “Fiquei Sem o Teclado da Frente”.



 

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Se isto vira moda nas estradas portuguesas …

… ou ficamos sem buracos, ou Mário Gil tem que mudar a letra da música para pelos caminhos de Portugal, eu vi tanta … “tromba rija”, vi desenhos sem igual:


Entre buracos (alguns com a ambição de serem poços) e tampas de saneamento desniveladas, os artistas em Portugal não terão mãos a medir. Haja criatividade e tinta e não tarda temos mais falos, do que habitantes.    

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sábado, 25 de abril de 2015

Romance tipo Romeu e Julieta (na loucura terá toques de Marco Paulo) …mas a segurança é apertada!

Tem cabelos e olhos castanhos, olhar doce e sereno, sorriso delicado e constante, tez escura e brilhante e lábios apetecíveis. Derrete-se ao meu toque, mas mantém a postura. Convida a entrar, mas não é de grandes gestos. Aceito o convite.


 
E quando penso que a tentação não irá bater uma segunda vez à porta, eis que vejo o pobre viúvo, o rei e a dama que me baralham o baralho (desculpem a redundância, mas estou baralhada) juntam-se à comitiva a Miss, a fadista e a Duquesa …palpita-me o coração e ai Jesus, que vou desta!


 
Saio … mas sem pressa! Viro-me para a primeira paixão e digo-lhe “meu querido, se não fosse a segurança, tu vinhas comigo!” …

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Ratos, ratinhos, ratões … e duas comilonas

M.: Más notícias! A tralha que tens na mala “contraplacou” os ratos durante a viagem.

Eu: Estás gozar! Diz-me ou menos que esborracharam dentro do saco e que não tenho que andar a raspar os ratos da mala do carro.

M.: Eu até dizia, mas no meio de tantas coisas nem os vejo.

[toca a procurar em pleno parque de estacionamento pelos ratinhos dentro da mala]

Eu: Estão aqui … e estão intactos! Sobreviveram à viagem, mas com esta chuva ainda acabamos a lanchar os ratos ensopados em água. Guardas tu ou guardo eu na carteira?

M. (aflita): Repete isso outra vez, mas especifica que os ratos são de chocolate!

Eu: Porquê?

M.: Porque, praticamente atrás de ti, tens duas mulheres a ouvirem a conversa e a pensarem que somos serial killers de ratos verdadeiros e indefesos. Faz o teatro e repete!

Eu: Ok! Não aconteceu nada aos ratos (e num tom de voz mais alto, acrescentei) Agora, queres comê-los assim ou preferes fazer um assadinho ou um estufado?

Pois, eu sei, mas não gosto de seguir instruções, prefiro o improviso. Já a M. não partilha da mesma opinião e ainda mantém o olhar “fuzilador”, que intercala com o olhar “não sei quem ela é, socorro fui raptada!”.
 
 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

“Encanita-me” os nervos!!! #6

Os moluscos gastrópodes terrestres de concha espiralada calcária, pertencentes à subordem Stylommatophora … esses mesmo! Os que quando estão soltos e felizes ou em viveiro se chamam caracóis e que quando chegam ao prato passam a ser caracoletas [sempre é mais fofinho], escargot [para quem é chique a valer] ou lumache [… para quem como eu os odeia e precisa de saber o nome dos bichinhos em mais que uma língua, só para não correr riscos].

Não consigo comer … sabem que aquilo é familiar das lesmas, não sabem???? Não gosto destes bichinhos, que babam mais do que um bebé, mas aparentemente eles adoram-me. Neste momento (quer dizer, ontem à noite), tenho quatro agarrados ao parapeito da janela do meu quarto … e pensei abrir um negócio.

Não engano ninguém! São grandes, não sei se estão a fazer jejum, não os estou a alimentar com vinho branco ou ervas aromáticas, mas recebem água todos os dias [entre a água da chuva e da lavagem de varandas e janelas, os caracóis estão bem servidos]

Então, gostam de caracóis? Alguém está interessado em comprar? Olhem, que são caseirinhos!
 
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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Soluços … sim, são tramados e as soluções não são as melhores.

Basta-me “desempenhar” a gargalhada tipo dentista (gargalhada com os dentes todos à amostra e cabeça inclinada para trás) durante três segundos para ter direito a uma dose contínua de soluços. E as soluções para acabar com este “flagelo” são muitas, mas nenhuma funciona comigo.

-» Respirar para dentro de um saco de papel – não resulta. Eu continuo com soluços e a única alteração que se regista é uma súbita vontade de saber qual era o bolinho ou o pãozinho, que estava guardado dentro do saco de papel.

-» Aguentar a respiração – pois, também não resulta, só fico com falta de ar e continuo com soluços.

-» Apanhar um susto … não se atrevam, o último ia ficando sem os dentes da frente com a brincadeira. Eu assusto-me à séria e tenho a tendência a usar as mãos para me proteger do “ataque” … tipo Kung Fu Panda.

-» Comer um colher de açúcar – também não resulta, mas o dentista agradece a tentativa, porque a vida está difícil para todos.

-» Tapar os ouvidos enquanto se bebe água … pois, esta não conhecia e ainda não experimentei. Mas tendo em conta que nascemos com dois ouvidos, duas mãozinhas e arranjar um serviçal, que nos dê de beber, durante uma crise de soluços não é fácil … está visto que a minha mãezinha me devia ter feito um terceiro braço ... andar com uma palhinha na carteira (eu que só não perco a cabeça, porque anda presa ao corpo) não é muito prático.   

Alguma dica? O que é que resulta convosco?


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terça-feira, 21 de abril de 2015

#1 Se a vida fosse um filme, esta seria a banda sonora ideal para ...

… destinos que ficam no cú de Judas e que nem o sistema de GPS sabe muito bem onde está. Naquele momento em que ouvimos a vozinha simpática e calma do GPS dizer “agora vire à direita” e à direita temos um lago … devia começar a tocar isto:

Às vezes não sei o que queres e digo ok [Tens a certeza? Ok, vou virar!]
Às vezes não sei o que faço e tu tá bem [A calcular novamente a rota]
Às vezes fazes de propósito, eu sei [podias ter avisado mais cedo … sabes que sob pressão confundo a direita com a esquerda]
Uma vez não são vezes e eu não digo a ninguém [o que acontece com GPS fica entre mim e o GPS]

Sei que às vezes eu não estou do teu lado [Nop, essa estrada é em terra batida … não viro]
E não te ligo por estar muito ocupado [Ainda tenho que ir ao supermercado … Ah? Era para virar onde??? Bolas!]
Tu não mereces eu deixar-te nesse estado [A calcular novamente a rota]
Desculpa não ser esse príncipe encantado [vou a conduzir … mudar de sexo a esta hora é complicado!]
Quando não respondo, não sei porque é que me escondes que sabes [Não seria mais perto por ali?]

Que sou teu, mas queres um romance apertado [Custava avisar que esta estrada é de curvas apertadas?]
Às vezes é um sufoco, outras vezes fico louco [chata, não tarda nada, desligo-te!] e dizes
Não tens razão para te sentir enganado [diz isso ao cinto, que me vai aqui a segurar]
Eu sei que me contas coisas que não contas a mais ninguém [… devia estar distraída quando contou!]
E perguntamos ao tempo quanto tempo o tempo tem [meia hora até ao destino final]
Passam, horas, dias, choras, eu sei que está tudo errado dizes [A calcular novamente a rota]


 
Eu sei … mas um de nós tem que ir ganhar para o combustível, que gastamos nestes pequenos erros de viragem … Ok!



segunda-feira, 20 de abril de 2015

Ó freguês … vai um porquinho light!

Foi por uma pata unha negra, que o título deste post não foi “encanita-me os nervos”.

Frango tipo leitão é uma categoria de frango, que só por si me irrita. E a razão é simples, não é por ter o nome que passa a ter o mesmo sabor. Caso contrário, já tinham inventado o iogurte natural-magro tipo brigadeiro e ninguém andava a meter sementinhas, cereais e tostinhas dentro daquilo para conseguir convencer a papilas gustativas, que agora sim, o iogurte sensaborão é o snack ideal.

Agora, rojões magros???? Não me irrita, mas perturbar-me. Será que significa que é um porco atlético? Um porco que se levanta de madrugada para ir fazer o seu jogging matinal na marginal e ao final do dia passa pelo ginásio para ter uma aula de crossfit. Hummm … será? Coitado do porco, já nem ele pode ter uma gordurinha localizada!
 
 

sábado, 18 de abril de 2015

Noite em Fuga

É um thriller com Jaume Collet-Serra “aos comandos” e Liam Neeson no papel de um fora-da-lei envelhecido e assombrado pelo seu passado e erros. Ao jeito dos últimos filmes, Liam Neesson assume o papel de duro, mas vulnerável e de íntegro, mas implacável (que lhe assenta que nem uma luva).

Sem desculpas ou complacências, o argumento une crime, redenção e relações familiares versus “filiações” criminosas, de uma forma que torna o filme electrizante, dramático e a fazer lembrar os “velhinhos” e clássicos filmes de gangsters de Hollywood.  

O filme é uma agradável surpresa e vale a pena ver … quanto mais não seja pela fantástica cena de acção/tiroteio ao som de “Fairytale of New York” dos The Pogues.  

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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Se tivesse um buraco … enfiava-me já!

Já passei por varias situações em que as palavras “estranho” e “caricato” ou a combinação gira do “só a ti” dificilmente descreveriam correctamente o que realmente tinha acontecido. E esta é só mais um. Ora leiam e atentem à minha trenguice e capacidade de meter a “pata na poça”:
Eu: Olá! Há muito tempo que não a via. Está tudo bem com o seu marido?

- Com o meu marido? O meu marido está lá em cima.

Eu: Ah! Fez muito bem. Foi tomar um cafezinho com o Dr. X?

- Não. O meu marido está lá em cima.

Eu: … lá em cima …

- Sim. Lá em cima. No céu. O meu marido morreu.

O queixo caiu-me ao chão e a vergonha atacou com toda a força. E acho que consegui bater dois recordes de Guinness: mulher que mais rapidamente passou de branca a vermelha (e vice-versa) e mulher que conseguiu repetir mais vezes “desculpe” por segundo.

Agora vou só ali buscar a pá para escavar o buraco, onde me vou esconder durante as próximas horas …

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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Não havia necessidade … É que não havia mesmo!

Uma pessoa sai de casa, entra no elevador, sustem a respiração durante 6 pisos, porque alguém resolveu “verter” lixo no elevador (OUTRA VEZ!). Entra no carro. Enfrenta o trânsito. Respira fundo e relembra, que pior estão os dois automobilistas acidentados. “Mergulha” em todos os lagos improvisados em que as estradas se tornaram. Chega ao destino.

Pára o carro no cú do Mundo (não sei se era o dito, mas era longe para burro). Sai do carro e aterra a pés juntos numa poça, que mais parecia um poço sem fundo. Ignora o estado lastimável do carro, que tem “barbas” de lama quase até aos puxadores das portas. Repara que está atrasada (coisa que odeia profundamente). Respira fundo e prepara-se para um segundo “banho” não planeado, porque o guarda-chuva está desaparecido em combate desde de Março.

A sério S. Pedro não havia necessidade. Para a próxima avisa! É que não há mesmo necessidade disto … era suposto ser Primavera! Lembras-te???? E já agora, eu tenho muito pouco de contorcionista. Secar calças no secador de mãos é coisita para me deixar seca, mas extremamente mal disposta.
 
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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Façam o favor de acalmar o meu lado (pouco visível) de fashionista!

Se pensam que os homens, que ficam à seca à porta da Zara e da Mango, ficaram com a “fava” de uma ida às compras … é porque nunca foram às compras comigo! Para comprar sapatos, malas, brincos, pulseiras, fios e demais penduricalhos … sou a primeira da fila e uma excelente companheira. Mas no que toca a comprar roupa, sou mais esquisita do que uma criança mimada a comer os “verdes”, que tem no prato.

Aos meus olhos tudo oscila entre “vou parecer uma stripear acabadinha de sair do trabalho”, “olha a freira, que saiu à rua sem o hábito” e o “só faltam dois atilhos para aquilo parecer um saco de batatas”.

Sou esquisita, mas este ano estou pior! Porque tenho um problema … a malta fashion e que verdadeiramente percebe destas “coisas” resolveu apostar nisto:
 
 

Se no primeiro caso corro o risco de comprar uma camisa e acabar a jogar às “7 diferenças” com a toalha de mesa, no segundo corro o risco de ter um espertinho agarrado aos “berloques” com a desculpa que me confundiu com o cortinado … sou a única que vejo isto deste modo?
 

 

Segunda às 22:15 … não dá, tenho encontro marcado com o “CSI: Cyber” na Fox

Sou completamente viciada em CSI, mas fico sempre um bocadinho de pé atrás com os spin-offs. Acho sempre que é mais do mesmo e que será apenas mais uma versão do original num cenário diferente. A verdade é que não há amor como o primeiro e o “CSI: Las Vegas” é sem dúvida o meu grande amor … mas agora terá que dividir a atenção com “CSI Cyber”.

“CSI: Cyber” estreou a semana passada na Fox e eu já fiquei pelo beicinho. A agente especial Avery Ryan (Patricia Arquette) deixou-me com a pulga atrás da orelha, aquele ar enigmático e os conhecimentos que demonstra em linguagem corporal fazem-me lembrar o Cal Lightman da série “Lie to Me”. O astuto Simon Sifter (Peter MacNicol) parece vir a ser uma combinação de Mac Taylor (de “CSI: Nova York”) com D.B. Russell (de “CSI: Las Vegas”). E o Brody Nelson (Shad Moss), um ex-hacker que agora ajuda o FBI, dá à série uma pitadinha de “bad boy”, que me faz lembrar o vigarista/consultor Neal Caffrey da série White Collar.          

Estou ansiosa pelo próximo episódio … a avaliar pelos dois primeiros episódios, sou capaz de apostar que este spin-off não será apenas só mais um.  

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terça-feira, 14 de abril de 2015

Álcool só a partir dos 18 anos … está bem abelha!

Se às vezes ficamos com a sensação, que muitas das leis são feitas por alguém que usa palas nos olhos e são aprovadas de cruz … outras vezes temos mesmo a certeza:


Olha! A solução para o consumo excessivo de álcool era tão fácil e ninguém se lembrou disto antes … basta colocar uma plaquinha a dizer “venda de álcool proibida a menores de 18 anos” e o problema fica automaticamente resolvido! Porque toda a gente sabe, que ninguém pede aos amigos “mais velhos” para ir comprar as bebidas “proibidas”. Ou pior, a completos desconhecidos. Não, que ideia! Ninguém faz isto!

“Sempre que um menor seja apanhado a consumir dentro de um estabelecimento o seu proprietário será sancionado” ... Alguém devia levar os membros do SICAD a dar uma voltinha pelo Bairro Alto, as Galerias de Paris e já agora na loucura apresentar-lhes o conceito de litrosa ou botelhão … acho que seria uma experiência interessante!

“OSICAD propôs ainda ao ministério que os pais dos menores que são encontrados a consumir álcool passem a ser notificados presencialmente” … Ok! Deixa-me ver se percebi bem. Entre as “vigílias” aos bares, café, restaurantes, supermercados e afins, a polícia terá ainda que procurar e notificar presencialmente os pais … Os polícias passaram a ter o dom da omnipresença? Aumentaram os destacamentos policiais? Não?! Ora bolas … então, está tudo na mesma, como a lesma.
 
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segunda-feira, 13 de abril de 2015

En garde!

Parece que isto toca a todos e hoje tocou-me a mim … e a quem eu vou nomear (não vale a pena correr em debandada, que isto não dói nada!). Quarentinha, obrigada pela nomeação!

Instruções:
- Escrever 11 factos sobre nós próprios.
- Responder às perguntas que nos colocaram.
- Nomear 11 blogs com menos de 200 seguidores.
- Fazer 11 perguntas a esses blogs nomeados.
- Colocar a foto do Liebster Award no post e respectiva tag.
- Enviar o link do post a quem te nomeou.


11      factos sobre mim:

1) Sou alérgica às anémonas, ao Ajax e à lixivia [eu sei que as últimas são extremamente convenientes, mas é a verdade].   

2) Não consigo dormir em carros, comboios, aviões e … nunca experimentei numa bicicleta ou mota, mas pressuponho que também não consiga.

3) Nunca tive varicela ou sarampo [é para verem como sou ruim, nem a pinta vermelha me pega … e o quão lixada posso vir a estar].

4) Durante anos vesti-me sempre com pelo menos uma peça vermelha.

5) Não sei andar de patins [o meu cóccix agradece a decisão sensata].

6) Sou ambidestra.

7) Em criança dizia burraçado (rebuçado), bichinhos (camarão) e corninhos (massa de cotovelo) … e continuo a dizer, mas só perante a minha família.

8) Falo a dormir.

9) Não gosto de fígado (mas prezo imenso o meu).

10) Uso o sistema de organização “tudo à vista”.

11) Tenho uma forte ligação com o chocolate negro, somos praticamente família.

1 - Quem levarias contigo para uma ilha deserta?
… eu não tenho fobia a pessoas, nem sofro de falta de espaço, por isso levava alguém que tivesse comprado dois bilhetes de ida e volta.
2 - Quem mandarias para uma ilha deserta?
Por esta altura já toda a gente deve ter mandado vizinhos/amigos/familiares chatos, os políticos e respectivos amigos … por isso eu mando as vespas para animar a “coisa”.
3 - Quem é, para ti, o melhor comediante de Portugal?
Esta é difícil, porque gosto de muitos. Gosto do Buno Nogueira, da dupla Quim Roscas & Zeca Estacionâncio, Herman (não propriamente nesta fase), Ricardo Araújo Pereira…
4 - Despirias a roupa por qual causa?
Banho! … Sou muito tímida para andar por aí a tirar a roupa à frente de uma câmara ou de outra coisa qualquer. Acho que não conseguiria, por causa nenhuma. 

5 - Se tivesses um super-poder, qual seria?
Teletransporte … bye-bye filas de trânsito, bye-bye aviões!

6 - Com ou sem pêlos?
Não percebo a dúvida. No Inverno dá jeitinho ter uma espécie de “tapetinho” para aquecer … não?

7 - O que farias se ganhasses o Euromilhões (Jackpot de mais de 100 milhões)?
Ia procurar o verdadeiro dono do prémio! Só ganha quem joga e eu nunca joguei.

8 - Quem é o/a gajo/a que merecia o título de "Jeitoso/a de Portugal"?
Não sei se é o mais jeitoso, mas hoje está suficientemente jeitoso para os meus olhinhos … Diogo Morgado.

9 - Quem é o/a gajo/a que merecia o título de "Trambolho/a de Portugal"?
Bruno Nogueira … é homem que nunca mais acaba e nos dias de sol forte é muito difícil olhar sem chorar.

10 - Se me tivesses a oportunidade de me conhecer pessoalmente, o que é que me dirias?
Olá! Prepara-te, porque ao vivo e a cores, eu sou pior do que no blogue e não podes clicar no X no canto superior direito!

11 - Não achas este questionário uma verdadeira merda?
Já viste o meu blogue?

Os próximos são:
Bo(l)bo da corte, Esperto que nem um alho(não te atrevas a mudar de nome! :P)
Cris, Túrbido
 
E as perguntas são estas:
1) Qual foi a melhor “mentira piedosa” que já contaste?
2) O que é que só fazes por obrigação?
3) Quando dizes que são só 5 minutos, quanto tempo realmente é?
4) Ninguém diz palavrões, mas qual é o teu preferido?
5) O que é que te faz dar uma boa gargalhada?
6) Acordas completamente nu(a) numa praia e não sabes como lá foste parar. O que é que fazes?
7) Tens a possibilidade de acordar no corpo de outra pessoa (pode ser de homem ou mulher), quem é que escolhias?
8) Que cognome darias aqui à dona do “estaminé” Momentos em Cápsulas? [não vale chata como uma potassa ou gloriosa deusa … são demasiado óbvios]
9) Na famosa cena do Titanic em que o Leonardo Dicaprio grita “I'm the King of the World!". O que é que tu gritarias?
10) “O que dizem os teus olhos?”
11) Considerando estas belíssimas e “contundentes” perguntas (cof, cof, cof) … qual foi a pergunta mais difícil de responder? 

sábado, 11 de abril de 2015

A polícia tem um "sentido de humor" … especial

Que eles façam operações stop na rotunda … eu já estou habituada.

Que façam de “bailarina” e que acabem a complicar mais o trânsito, do que a ajudar … também estou habituada.

Que usem como mote “façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço” … tudo bem!

Agora pararem o carro em frente à garagem da casa da minha mãe, verem o meu carro a dar pisca para lá, a porta da garagem completamente aberta e meterem a cabeça de fora do carro para dizer:

- A paisagem de certeza que é muito interessante, mas a menina tem que andar! Não vê que se está a formar fila atrás de si?

.............................................................(não se pode insultar a polícia, pois não?????)

- Imagino que sim, mas eu quero entrar na garagem … está a ver? (e apontei com sorrisinho nos lábios para o portão completamente escancarado)

- Formidável! E agora onde é que eu enfio o carro para ir tomar café?

Fiquei em silêncio, mas pensei mandá-lo enfiar naquele sítio, que toda a gente conhece e tem … mas prefiro a minha casinha ao hotel de seis estrelas chamado Cadeia.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Junta-se a fome com a vontade de comer e… tinha que dar nisto!

M.: Compraste a primeira revista da Cristina Ferreira?

Eu: Sim

M.: E o que é que achaste?

Eu: Tem muita publicidade, as entrevistas são interessantes e algumas sessões fotográficas são fora do vulgar … em traços largos é isto.  

M.: És a primeira pessoa que não me fala da qualidade, espessura e textura das folhas … às vezes fico com a sensação, que leram a revista a avaliar o seu futuro potencial como papel higiénico.

Eu: Epá só uma pessoa com muito engenho, arte e perícia é que conseguirá um bom resultado.

M.: Ah????

Eu: O papel é pouco absorvente … mas também é duro. Uma dobra mal dada e ficas “resvés campo de Ourique” entre limpar o rabiosque ou acabar acidentalmente a fazer uma remoção pouco cirúrgicas das hemorróidas …  
 


Diz quem já viu, que a Tininha da televisão prometeu, mas ainda não cumpriu … nem um joelho para amostra a revista traz!  

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Vai uma rapidinha!?

Estendo a toalha num areal praticamente deserto. Àquela hora da manhã, os únicos que se atrevem a enfrentar as ondas do mar são os surfistas e esses preferem a água gelada ao quentinho do sol. Deito-me na toalha com o livro, que ando a ler às pinguinhas, e deixo-me embalar pelo som das ondas a embater nos rochedos, os raios de sol a aquecerem a minha pele e por aquele cheiro a maresia que me faz recordar os dias de verão. Fecho os olhos.  

- NÃO QUERO!!! NÃO QUERO LEITE!!!! QUERO SUMO!!!! S-U-M-O!!!!!!

Acordo. Demoro dois segundo a tentar assimilar, porque raio é que está alguém a gritar na praia. Sento-me e olho em volta. Não estou na praia. O despertador não tocou. Estou super-híper-mega atrasada. Quem está a gritar é o filho(a) da vizinha de cima [já agora obrigada, por ter posto no Mundo uma criança com excelentes pulmões … devia assegurar o futuro profissional dele/a como sirene dos Bombeiros! Mas é só uma proposta].

Faço um “jogging” entre o quarto, casa-de-banho e cozinha (e isto devia contar como exercício físico). Agarro na primeira coisa que tenho no meu frigorífico e chamo-lhe pequeno-almoço. Saio a correr de casa. Alapo o rabo mesmo a tempo na cadeira da secretária. Ligo o computador. Respiro fundo. E … “prontos”, praia só a fotografia que tenho no desktop, som da água só o que sai da torneira do lavatório e areia … se sacudir os tapetes do carro, ainda sou capaz de desencantar alguma.

E é isto, uma quinta-feira em rapidinha. Quero voltar para o “vale dos lençóis”!
 
 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Os nomes que nos chamam …

Há quem odeie, há quem adore e … há quem se tenha conformado com a ideia muito ou pouco criativa que os paizinhos ou padrinhos tiveram na hora de escrever o nome na certidão de nascimento.

Eu faço parte do último grupo. Durante anos tentaram-me convencer que era um nome bonito, raro e antigo [uma forma simpática de dizer, que só as pessoas com mais de 75 anos é que têm um nome igual ao meu]. Como nada resultava passaram para:

- “tens um nome de uma rainha de Portugal” [pois … bem me parecia que o meu nome cheirava a mofo].

- “até há uma música com o teu nome” [em abono da verdade é uma valente mer…, ninguém gosta de se apresentar e de seguida ter alguém com voz de giz a cantar a dita música].

- “agora estão na moda os nomes antigos, o teu nome até na telenovela aparece” [uma era a empregada maltratada pela patroa, a outra era uma detective pouco competente e a última … morreu ao fim de alguns episódios. É sem dúvida um nome promissor!].

Mas para quem acha que tem o pior nome à face da terra … acreditem que podiam ter um bem pior. Já imaginaram chamar para o almoço uma Salomite Ocridalina ou convidar para ir tomar um café uma Flamínia Adalgisa. Ou dizer “eu, Bibili Leoménia, aceito-te, Abdénago Hermitério como meu legítimo esposo …” é que dá logo vontade de ir para a lua-de-mel fazer dois ou três Abelâmios, Genésios ou Parcidios.

E o vosso é jeitosinho … ou nem por isso?


Imagem retirada da Internet
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terça-feira, 7 de abril de 2015

“Encanita-me” os nervos!!! #5

Sabem aquela perguntinha RETÓRICA, que tanta boa gente gosta de fazer a seguir a um período de férias, miniférias ou fim-de-semana prolongado? Não sabem! Ó, não sejam mentirosos, porque de certeza já apanharam um(a) cromo(a), que gosta de perguntar “Então como foram as tuas férias? Foram boas?”.

E nós, alminhas inocentes e crentes das boas intenções, lá começamos a puxar pela cabeça. A relembrar os mil e quinhentos pecados gastronómicos que cometemos, nas quinhentas coisinhas soft que escolhemos fazer a seguir ao almoço, nos lugares onde andamos a laurear a pevide, nos momentos “ai, que voltava a fazer tudo outra vez” ou naquele momento em que olhamos olhos nos olhos para depois concluir … “devemos estar muito perto de onde o gato perdeu as botas”. Memórias e mais memórias … e quando nos sentimos preparados para começar a responder, ouvimos:

- Olha, as minhas foram fantásticas Sabes onde fomos? [outra pergunta retórica]. Fomos a blá, blá, blá …

[Querem fazer isto, tudo bem, eu só toda ouvido, mas primeiro … uma cadeira “faxabor”, que eu não fiz mal a ninguém para assistir ao monólogo de pé e em modo penitência.]
 
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