segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Adio, adieu, auf wiedersehen, goodbye 2014 … Olá 2015!

É agora, quer dizer não é bem agora, mas é hoje que à meia-noite fazemos a “passagem” do ano “velhote” para um ano novinho em folha!
Roupa nova, 12 passas, subir a uma cadeira, descer com o pé direito, ter uma nota na mão, buzinar, apitar, gritar, bater com tampas de tachos e panelas …

Já disse que sou completamente descoordenada? E que este ano a passagem de ano é feita na rua? E que não sei muito bem como (porque ainda não me cresceu um terceiro braço), mas vou tentar fazer isto tudo enquanto filmo o fogo-de-artifício?

Parece-me que a minha entrada no novo Ano será triunfal! Entre as 12 badaladas ainda acabo a comer a nota, a esborrachar as passas na mão, a brindar com a câmara e a filmar com o copo …  
 
 
FELIZ ANO NOVO!

Proposta “indecente” sob rodas …

Eu ainda sou do tempo em que os carros “vintage” eram apenas “profanados” por cãezinhos que abanavam constantemente a cabeça, cachecóis de clubes de futebol, napperons de renda e uma vez por outra por ursinhos de peluche e almofadas com pelinhos ou de veludo (era a solução mais rápida e económica para acentos duros como um corno).

Agora colocar na parte traseira de um MINI Cooper “se queres sexo, sorri!” …
 
 

Nada contra, mas quando se fala em MINI Cooper, a minha memória associa automaticamente o carrito à cara do Mr. Bean. E o Mr. Bean é claramente a pessoa mais sexy à face da terra (not!). Tenho cá para mim, que quem conduz este carro ou tem muita sorte, ou muito azar com a proposta que faz.
 

 

domingo, 28 de dezembro de 2014

Já foram a Priscos sem ser pelo Abade?

Conseguir superar os 27, 28, 29 e 30 (a prova dos 4) sem enfardar uma dose de açúcar disfarçada de rabanada, sonho, aletria ou filhoses tem-se revelado bastante satisfatória. Mas há que saber “matar” o tempo para “enganar” a tentação.


Como estou tão próxima de Prisco (concelho de Braga), não podia deixar de ir ver o presépio ao vivo. São mais de 60 cenários com referência às culturas egípcia, judaica e romana. Vale a pena a visita, tal como vale a pena dar uma trinca num pudim Abade de Priscos.
 
 

Dia 01 de Janeiro das 15h00 às 18h00
Dia 03 de Janeiro das 20h00 às 23h00
Dia 04 de Janeiro das 14h30 às 18h00
Dia 10 de Janeiro das 20h00 às 23h00
Dia 11 de Janeiro das 14h30 às 18h00

sábado, 27 de dezembro de 2014

Chefes Intragáveis 2

Começaram como “assassinos” de patrões, de empregados passaram a chefes e de chefes “sem neurónios para o negócio” viram-se obrigados a mudar de ramo … e resolveram enveredar por uma “carreira” (pouco promissora) como raptores de filhos de investidores gananciosos.
 
Não surpreende em relação ao primeiro filme, mas prova que quando se trata de juntar Jason Bateman (Nick), Charlie Day (Dale) e Jason Sudeikis (Kurt) no grande ecrã, a lei de Murphy (“tudo o que pode correr mal, vai correr mal”) é claramente optimista. A cena de perseguição é do mais surreal e hilariante que pode existir, o enredo é burlesco, a estupidez é sistemática, a excentricidade de Jamie Foxx é fantástica e a Jennifer Aniston com a sua dentista adita sexual repleta de taras e manias contrasta (mais uma vez) com imagem que temos dela.

Imagem retirada da Internet

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

A prova dos 4 …

Estou tão docinha e satisfeita hoje, que para bem da saúde do meu médico só o visito lá para Março!

Tentei enfrentar com bravura todos os desejos, mas fraquejei. A carne é fraca e não resistiu a tanta tentação. Olhavam para mim de forma provocadora e desejosas de serem escolhidas por mim. Umas maiores que outras, porque nem todos podem trazer a mesma dose de casa … mas todas elas tinham um aspecto de provocar um prazer infinito.

E numa dada altura, temi o pior. Pensei que ele me ia falhar. Mas não, esteve à altura do acontecimento. Sempre firme e invicto. Ao longo da jornada tive que lhe dar (perdão, nesta altura já eram dois, por isso tive que lhes dar) umas palavras de conforto e incentivo. Avisei o “amigo”, que a vez dele seria na passagem de Ano e que aproveitasse para ver como se faz.

A presença do açúcar tolda-me o raciocínio e discernimento, mas o meu estômago e pâncreas tiveram à altura das espectativas. Só espero que o fígado não me deixe ficar mal na Passagem de Ano! E agora o que fazemos nos próximos 4 dias … dieta?

 
Adivinha (terceira fotografia): O Pai Natal faz bolinhas e a Mãe Natal fica melhor a cada ano que passa. O que é que está disfarçado de Pai Natal e Mãe Natal?

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

A Todos um Bom Natal …

Com o alto patrocínio do blogue Momentos em Cápsulas, a Nina Nininha deseja a todos os que por estas cápsulas cruzam os olhinhos BOAS FESTAS.

Que os sonhos abundem e não pesem na balança.

Que as calças sejam largas o suficiente para gozar tão grande festim.

Que familiares e amigos estejam presentes e num estado de embriaguez perceptível.

Que só apareçam os que fazem realmente falta.

Que haja cuecas e meias com fartura no sapatinho.

E que os bibelôs (de rara utilidade) sejam fáceis de arrumar até ao próximo ano.

Que a alegria contagie o ano que se inicia.

A todos um FELIZ NATAL!
 
 

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Ir à janela, só de óculos de sol …


Pisca rápido, rapidamente

Como quem brilha por mim

Será farol? Será um ovni?

Ovni não é, certamente

E um farol não ilumina assim

Quem sofre de epilepsia, que não se chegue às janelas. Os restantes avancem com precaução e protejam os olhinhos com os óculos de sol. É Natal e o vizinho comprou meio estaminé de luzinhas pisca-pisca para a casa.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Natal Round #2, #3 e … knockout

Vamos lá ver se isto foi ou não produtivo, porque eu sinto-me como se tivesse sido atropelada por uma camião com reboque, semi-reboque e atrelado.

Sexta-feira à noite. Jantar, arranjar-me e sair de casa. Dar de cara com alguém que já não via há algum tempo. Constatar que há coisas que nunca mudam e outras que mudam para pior. Esquecer tudo em dois tempos e entrar na sala de espectáculos. Partir o coco a rir com o espectáculo “Fora do Normal” do Fábio Porchat. Fim.

Sábado. Descanso da guerreira. Almoço. Cinema. Descobrir que todos os caminhos vão dar a Roma, mas que alguns (mais dos que seriam suficientes) vão dar ao El Corte Inglês. Fila para entrar, fila para subir a escadas rolantes, fila para pagar, fila (incapaz de me demover) para comprar as cornucópias da Pastelaria Alcôa, fila para sair e chegar a casa. Cumprimentar o meu sofá e a perceber que a “guerra das compras” tem sequela. Fim.

Domingo. Levantar-me contrariada. Conduzir até a uma meca do comércio (vulgo shopping comercial). Treino intensivo na arte da gincana com o carrinho das compras por entre cabazes de Natal, corredores apinhados, carrinhos de bebés e “rotundas” humanas (nome dado a quem pára à conversa num grupo de 12 pessoas). Ir com o carro atafulhado terminar o dia a ver o mar. Respirar fundo e … yupi, não tenho mais nenhuma compra para fazer. Fim.   

Conclusão: foi um fim-de-semana produtivo, agora vou comer o Pai Natal (bem, só a cara)!
 
 

sábado, 20 de dezembro de 2014

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

O fim chegou … e com este último filme fazemos o “addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye” à Saga de Peter Jackson, à Terra Média e a Tolkien.

A aventura de Gandalf, 13 anões e um hobbit (Bilbo Baggings) em busca do tesouro de Dale chega ao fim com um confronto, que faz jus ao título do filme (“A Batalha dos Cinco Exércitos”).

Um epílogo muito esticadinho separa e une cinco exércitos em torno de um objectivo comum. Põe elfos e homens em confronto com os anões para fazer valer a palavra dada por Thorin Escudo de Carvalho (Richard Armitage). Une elfos, homens, anões e animais (o Beorn com as águias) contra os orcs com o objectivo de defender o Reino de Erebor. E pontua estes confrontos com pequenas histórias de amor, amizade, bravura, loucura, cegueira, lealdade e avidez.   

Como sempre temos um deleite visual com os diferentes seres criados por Tolkien, efeitos especiais e as belas panorâmicas da Nova Zelândia a ganharem vida no grande ecrã. A banda sonora de Howard Shore completa o quadro com a habitual mestria (por exemplo: “Shores Of The Long Lake” ou “Beyond Sorrow and Grief”).
 
Imagem retirada da Internet
 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Isto de dar brinquedos às crianças tem os seus quês …

Quer dizer. Diz que tem os seus quês, porque eu cá continuo a usar o bom senso como conselheiro e (acho que) nunca causei estragos de maior. Mas aparentemente, podemos estar a oferecer a “pior prenda de Natal de sempre”, “aquela que limita o futuro das crianças”.

Dar trens de cozinha, ferros de passar, micro-ondas, varinhas mágicas em miniatura significa estar a educar (à antiga) as meninas para serem empregadas domésticas. A ser verdade … bem, o meu trem de cozinha devia ter algum defeito de fabrico, porque eu ando muito longe de ser uma dona de casa prendada. Sei cozinhar, sei limpar, sei passar a ferro, basicamente, sei fazer de tudo um pouco, mas não sou excepcional em nada. No entanto fartei-me de ter panelinhas, fogões, vassourinhas, lava-loiças e todo o tipo de electrodomésticos infantis.

Por outro lado, o facto de ter sido uma maria-rapaz pode ter contribuído para ter “horizontes mais vastos”. É que a solução para todo este imbróglio passa por trocar as prendas e dar “um carrinho à menina e um ferro de engomar ao menino”. E carrinhos, eu tive às carradas. Não me tornaram uma condutora de Fórmula 1, mas se calhar contribuíram para eu passar à primeira no exame de código e condução. É pá, o que uma pessoa aprende e descobre sobre ela própria a ler estas coisas. 

Ah! Será que alguém já avisou o Pai Natal sobre isto? Bora lá, que o futuro da divisão de tarefas depende disso!

Imagem retirada da Internet

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Entre marido e mulher, não se mete o smartphone …

Já vi em restaurante, cafés, bares, bancos de jardim e até em parques de diversão. Famílias, grupos de amigos ou casais que estão ligados não ao momento, mas à visualização do vídeo de dois gatinhos fofinhos no YouTube, às actualizações do feed do instagram ou da página de facebook do amigo, do amigo, do colega de trabalho, que está a fazer uma viagem fantástica pela Patagónia.

Para isto tenho duas palavras (ditas devagarinho e bem pronunciadas): é ridículo!

Estamos num grupo a conversar, ouve-se um “plim” e pronto … acabamos de perder um para o Mundo online. E nem vale a pena gritar pela sua atenção … “capute”, “morreu” e já só volta quando a bateria do telemóvel acabar.

Para os que pensam que são capazes de multitasking e que quando olham para o telemóvel continuam presentes nas conversas. Não, meus amigos, não estão, porque grunhir ou balbuciar meia dúzia de palavras, por entre dois cliques, não é conversar. É ser uma estátua com efeitos sonoros.

Andar na rua com os dois olhinhos (que os vossos paizinhos tão bem fizeram) postos no telemóvel, tablet ou qualquer outro objecto que implique só olhar para a frente de meia em meia hora … só um pequeno reparo! Ou vos cresce um olho extra no meio da testa para vos alumiar o caminho ou passem a andar pelos cantos. Não queiram ser rotundas, porque também ninguém está interessado em vos dar a volta.

Tenho dito! (E agora vou ali arranjar o meu telhado de vidro, porque caiu-me aqui um ou duas pedras e se calha chover ainda ganho bolor).

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Como está Sr. Google? Diga à gente, diga à gente como vai este país …

Numa altura em que se faz listas e listinhas de tudo aquilo que nos parece razoável cumprir ao longo dos próximos 365 dias, também ficamos a saber algumas coisas sobre os últimos (quase) 365 dias. 

São “resmas”, “paletes” de rankings de pesquisas, que são elaborados segundo os mais diversos critérios.

Dos 3F’s (Fátima, Futebol e Fado) passamos a 2Ms, 3Cs, 1F, 1iP e 1D. Com tantos filmes, os portugueses ficam “Frozen”, vão à bola com “Cristiano Ronaldo” e procuravam por bolo de Chocolate, enquanto sonhavam com uma viagem à Madeira, assistiam a um jogo do Mundial 2014 ou à Casa dos Segredos. De iPhone 6 na mão, não deixam de pensar que mesmo com uma dieta Dukan, o cinto já não aperta mais.

E mesmo no que toca a música, “Bailando” de “Jajão” em “Jajão” andamos. O “Bo tem Mel”, mas o “Lordedo “Não me toca” até o “Chandelier” escondeu. E no meio disto tudo, All of  Me” assiste ao “Show das Poderosas” notícias, que quando “Say Something” é “Magic”.  

Agora, vou só ali fazer uma pesquisazita sobre “como fazer migas”, porque não me parece nada bem o quarto lugar, quando o pódio é ocupado por: “como fazer pulseiras”, “como funciona Telexfree” e “como funciona Wenyard”.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Em 2015, os portugueses “convertem-se” ao romantismo …

E no final de cada mês vão desejar ser ainda mais românticos, do que no mês anterior. Também vão desejar estar mais atentos aos pormenores. Vão passar a aproveitar muito mais o dia. Acordarão com a galinhas para ver o nascer do dia e aproveitar cada segundo e cada raio de luz em família. O calor humano será muito mais valorizado. O sofá será partilhado por entre mantinhas e sem interferência da televisão. O sushi passará a ser o prato de eleição em todos os jantares e almoços partilhados.

Manter a chama acesa, controlar o fogo e atiçar as brasas será o mais importante em cada lar português … é que o raio da electricidade vai aumentar 3,3% já em janeiro e o pessoal ou se põe ao fresco ou inventa soluções para poupar na conta.

Basicamente é converter ao romantismo ou ficar de olhos em bico no final de cada mês!

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Natal Round #1 …

Chegou a altura do ano em que a febre do Sábado/Domingo à tarde ataca e faz “reféns”. E eu, que odeio andar à cata do presente “fantabulástico” para oferecer, lá tenho de ir à luta.

Deixei de fazer listas tipo Pai Natal, porque as desgraçadas ficavam mais vezes em casa, do que o próprio “Sozinho em Casa”. E passei a usar a táctica do vejo, gosto, é a prenda ideal para Y, o preço não é exorbitante, compro e fim da história”. Parece rápido e seria rápido, se não fossem as “salteadoras” da futura-prenda-de-alguém.

Nos dias que correm (pré-aquecimento para a meia-maratona das compras de Natal) tecer um elogio em relação a uma peça significa ver essa peça desaparecer nas mãos de outra pessoa. Tal e qual os cogumelos selvagens, elas brotam de forma espontânea dos mais recônditos lugares. Agarram e protegem a peça como se a própria vida dependesse disso e só largam, se ouvirem algum comentário depreciativo em relação à mesma.

À primeira todos caem, à segunda só cai quem quer e à terceira … à terceira já se inventam as coisas mais mirabolantes só para conseguir libertar “a nossa futura compra” das garras da consumidora compulsiva. Resultou tão bem, que a meio da minha jornada pelo Mercado de Natal, já tinha duas “saqueadoras” capazes de jurarem a pés juntos, que eu era uma bipolar com um péssimo gosto.

Ou melhoro rapidamente minha técnica, ou ainda acabo no Júlio de Matos!!!

 
 

domingo, 14 de dezembro de 2014

Exodus: Deuses e Reis

Muita técnica e pouca emoção num espetáculo visual de proporções épicas. Muito sinceramente, depois de 142 minutos de filme, foi esta a sensação final.

Os cenários são fascinantes e os planos mais abertos expõem a imponência dos edifícios e estátuas da cidade de Tebas ou a dimensão do êxodo. A sequência das pragas, a perseguição de Ramsés II (Joel Edgerton) ao povo hebreu, o confronto entre Moisés (Christian Bale) e Ramsés II no Mar Vermelho estão repletas de pormenores, que despertam a atenção de qualquer um.

As dúvidas de Moisés em relação ao seu passado e futuro tornam-no mais humano (em relação às outras versões), mas também o líder menos carismático. Falta o tom vibrante e inspirador aos discursos. Em vez disso temos diálogos tão banais (e constatações óbvias) como: “Moisés, onde é que estamos?”, “Estamos no ponto da terra, onde temos o mar à nossa frente e um exército atrás.”.

Falta a capacidade de emocionar e de gerar empatia com as personagens. Ficam as imagens visuais e alguma intensidade gerada pelas mesmas.
 
Imagem retirada da Internet
 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Truque para o Natal: comer tudo em 8 horas …

Adoro quando há alguém que faz o “trabalho de casa” por mim. E ainda por cima chega a conclusões com as quais eu concordo a 100% e subscrevo sem hesitações (apesar de serem pouco plausíveis).

Primeiro e antes que me esqueça! Quem anda a comer tipo periquito de meia em meia hora … pode parar. A moda terminou e agora o que está a dar é fazer as três “velhinhas e normais” refeições: pequeno-almoço, almoço e jantar. Yes!!!!


São ou não são boas notícias? Quem é amiga, quem é? Bora lá dividir as rabanadas, o bolo-rei, o bolo-rainha, os sonhos, o tronco de natal, a lampreia de ovos, o queijo da serra, a aletria, o doce de ovos, os formigos, as filhoses … por grupinhos de três e enfardar tudo e mais um par de pinhões no espaço de 8 horas. Quer dizer os frutos secos (principalmente os pinhões) estão pela hora da morte … muito provavelmente temos que penhorar um rim para poder comprar um saquinho de 100g, mas vale pelo espírito. 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Hackers estão de volta e trazem roupa suja para lavar…

Na primeira “expedição”, os piratas informáticos lançaram a âncora às fotos das celebridades em poses sensuais e desnudas. Nesta segunda “incursão” zarparam a todo o leme aos jogos de corredores e bastidores da Sony Pictures.

Descobriram os podres, quem diz o quê, quem é o mais popular, quem ganha mais … e só não mediram as pilinhas, porque tinham as mão ocupadas a basculhar as centenas de gigabytes de informação saqueada. Mas vamos à “roupa suja” mais divertida.

Tom Hanks usa o nome Johnny Madrid e a Jessica Alba o pseudónimo Cash Money, quando querem passar despercebidos. Não é por nada, mas a malta do DIAP é mais criativa no que toca à criação de nomes-secretos.

David Fincher acha que Adam Driver é “uma ideia horrível” para vilão do filme “Guerra das Estrelas”. Assim à queima-roupa, o mocito tem as orelhas no tamanho certo para fazer de Dumbo, de vilão … já não sei.

Scott Rudin considera a Angelina Jolie “uma fedelha mimada com talento mínimo”. Pois, as más-línguas também dizem que o Antonio Banderas a achou um Pecado Original, mesmo depois de gritarem corta. Ela por cá continua …

O filme Elysium deve “evitar temas sociopolíticos”. Estreou em 2013. E se aquilo é evitar os temas sociopolíticos, como será falar sobre eles?!

O filme baseado no jogo Angry Birds, previsto para 2016, “é visto como não tendo uma boa história”. Um guião baseado no lançamento de aves, na libertação de pássaros, na destruição de suínos ladrões de ovos … é, assim à partida, diria que um filme sobre o cruzamento do Dragon ball com o Pikachu é bem mais interessante.

Imagem retirada da Internet

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Todos temos um preferido (mas ninguém diz) …

É certo e sabido que é feio. Que não fica bem. Que parece mal. Que ninguém diz. Que quem diz devia “levar” com pimenta na língua. E que na boca de uma mulher, ainda é pior. Para completar o quadro, a quadra é natalícia.

Portanto, lamentavelmente, tenho a informar que acabei de assinar a minha sentença e que entrei direitinha para a lista dos malcomportados do Pai Natal. É que não foi um, não foram dois, nem três. Não fiquei só pelo meu preferido. Foi mesmo uma enumeração sem fim à vista de palavrões.

Bater com uma mão esquerda gelada como a neve contra a ombreira de uma porta. Porra, ninguém merece! Bater com uma força tal, que não só esfolou a mão como arrancou dois valentes nacos de carne … fdp da ombreira!! Afastar-me e ir bater com a coxa em cheio na esquina de uma secretária. F#d@-se, f#d@-se, f#d@-se!!!! Tentar “curar” a mão e estancar o sangue, sem olhar directamente para ambos (não posso ver sangue, que a visão fica tremida e o estômago revolve-se).

Prontinho, tarefa comprida, sento-me, abro com uma tesoura uma caixa, falho o alvo … e lá vai a ponta da tesoura feita flecha direitinha ao meu dedo indicador esquerdo. PQP, que hoje não devia ter saído de casa!!!! Mais sangue, mais um buraco … F#d@-se, que os dói-dóis doem mesmo.  

(post escrito só com uma mão, em virtude da esquerda estar toda negra e em convalescença)
 
Imagem retirada da Internet
 

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Vamos lá ver se nos entendemos por entre brunir, varado e ougar …

São apenas 60 km, mas fazem a diferença e criam as situações mais engraçadas à face da terra.

Dizer que não tive tempo para brunir a roupa. É meio caminho andado para obter como resposta: “não tiveste tempo para fazer o quê à roupa?”. Brunir = Passar a ferro

Comentar que alguém “ficou varado com a notícia”, deixa muita boa gente varada com a palavra. Ficar varado = Ficar pasmado   

Ir a conduzir ao lado de um "visiense" e dizer: “com este atranquilho, nem no dia de S. Nunca à tarde, saímos daqui”. Escusado será dizer que ficou “varado” com: Atranquilho = Estorvo.

Gabem-me as francesinhas de fulano ou as papas de sarrabulho de sicrano e como comentário terão: “estou a ougar por umas”. E não, não estou com nenhum problema do foro fisiológico ou psicológico. É mesmo sintomático. Falam-me nestes dois pratos e eu tenho logo vontade de comer.  Ougar = ficar com água na boca/salivar

Mas a grande vantagem é mesmo poder mandar muita gente abaixo-de-Braga. Eu estou a manda-los àquela parte, à fava, à merda … mas eles pensam que é só uma passeata até Coimbra. E hoje, “em” abaixo-de-Braga deve estar um trânsito insuportável … já recambiei tantos para lá!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Picea conica enfeitada, cagão escondido …

Com um fim-de-semana prolongado não há desculpa que resista.

Por característica natural crescerá lentamente e com folhagem persistente (pelo menos assim o espero). De porte cónico e largo, agulhas finas e pouco duras foi este o escolhido. E por 9,99€ não podia arranjar melhor Picea.
 
 

“Cientificamente” denominado de Picea Conica, pinheiro anão para os amigos, já se encontra engalanado com bolinhas, grinaldas e luzinhas. E agora apresenta-se à sociedade blogueira … Picea dá as “Boas Festas” aos senhores e senhoras!
 
 
Depois do Picea seguiu-se o resto da casa. O meu “exército” particular de Pais Natais tomou de assalto a casa (sou assim uma espécie de mini-Maria-Cavaco-Silva, em versão Pais Natais). E por fim, só faltou esconder “el caganer” ou em bom português o cagão.
 
 
Não tem nada que enganar. Da esquerda para a direita é a terceira fotografia (em baixo) e a única que tem um homem de cócoras a depositar um belo cocó. O caganer é uma personagem tradicional da cultura catalã, cuja história remonta ao século XVIII, e que simboliza prosperidade, saúde, serenidade e sorte. No Porto é comum ver o cagão nas cascatas de São João (onde simboliza exactamente o mesmo).

Eu não acredito nestas coisas, mas “não vá o diabo tecê-las” (!), o meu cagão sai do armário duas vezes ao ano (não há Natal ou São João, sem cagão!).   

sábado, 6 de dezembro de 2014

Doidos à Solta, de Novo

20 anos depois, os “doidos” de Peter e Bobby Farrelly estão de novo à solta.

Desta vez a dupla tem como “missão” procurar a filha de Harry (personagem de Jeff Daniels) e entregar um objecto capaz de salvar a humanidade. E como não poderia deixar de ser, esta road trip encontra-se repleta de grandes doses de loucura e patetice. Há de tudo um pouco, desde uma mulher gananciosa com aspirações a viúva rica, a um amante perigoso, um agente secreto corrupto, uma idosa sabida, vários cientistas e até um carro funerário convertido em “câmara” de partidas.   

A dinâmica entre Jim Carrey e Jeff Daniels é notória. O humor físico de Jim Carrey combinado com o humor politicamente incorrecto do argumento dá lugar a momentos hilariantes e de pura pantominice com diversas ideias absurdas pelo meio.

O filme cai em alguns exageros, tem parvoíce numa dose mais do que suficiente e momentos que na “vida real” embaraçariam o maior desavergonhado. Mas uma coisa é certa, a loucura arranca diversas gargalhadas.  


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Ring, ring, ring … Quem é?

De um momento para outro, sou o centro das atenções e até tenho um shopping no meu encalço. Diz que sou uma gaja porreira e que se apresentar a mensagem que me envia, eu posso duplicar os descontos em todas as lojas.

Sou tão solicitada, que não tenho mãos a medir. Em menos de duas semanas já recebi mensagens da Pandora, da Staples, da MEO, da Boutique dos Relógios, da Perfumes & Companhia, da Salsa, da FNAC e da WORTEN a solicitar a presença dos meus olhos junto à montra e da minha carteira junto à caixa registadora.

Algumas marcas conhecem-me tão bem, que até mandam duas vezes a mesma mensagem e prolongam os prazos do “não pode perder esta oportunidade, descontos em todos os artigos blá, blá, blá”…. Mas caramba o que eu estava mesmo a precisar era de comprar papel higiénico!

Renova!!! Chega-te à frente com algum descontinho, caso contrário a malta lá em casa este ano canta assim:

Jingle bell, jingle bell
Acabou o papel
Não faz mal, não faz mal
Limpa com o jornal
O jornal está caro, caro para chuchu
 

 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Agora é que não me apanham nas escadas …

Eu estou com uma soneira, que não me aguento com os dois olhos abertos, mas quem escreveu este aviso ainda deve estar pior. Há uma frase que ficou a meio e a tecla do “i” deve ter pedido o divórcio à tecla do acento, porque só assim se explica as palavras “especificos”, “residuos” e “agradeciamos”.
 
Imagem retirada da Internet
 
A parte boa é que a administração do condomínio pede “por favor utilizem os elevadores”. E como pedem com jeitinho, eu até deixo de frequentar aquelas escadas com ar sinistro e com iluminação, que só permite ver o suficiente para não partirmos os dentes da frente. Não sei se é por falta de feng shui ou lá o que é aquilo que põe as divisões com “cara” de capa de revista ... mas definitivamente a escadaria do meu prédio tem ar de beco mal frequentado.

A parte má é que o aviso informa que o condómino com fugas no saco do lixo aparentemente fez uma nova “vítima”. Digo aparentemente, porque tenho quase a certeza absoluta (sintética e analítica) que o derramamento encontrado na escadaria é de urina. É que os únicos seres vivos que frequentam a escadaria do prédio (e é por regulamento do condomínio) são um cão rafeiro, um Lavrador e um Boxer ... e fazem todo o percurso a rebentar pelas costuram, enquanto os donos estão no rés-do-chão a gritar “anda, então desce, anda rápido, não pares, desce … f*d#-se tinhas que levantar a perna aí, anda lá que ninguém viu!” (ninguém vê, mas ouve-se tão bem o relato do derramamento!!!!).      

 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O melhor presente de Natal logo a seguir às cuecas e meias …

É o saco do gás (vá em inglês soa muito melhor, Gas Sack). Não resolve todos os problemas, mas é uma ajuda na tarefa “soltem os prisioneiros”.

Por $89.95 (cerca de 72€) é possível comprar um saquito e realizar a “produção caseira” de gás metano sem interferir com o bom funcionamento dos pulmões do companheiro/a, amigos, familiares e colegas de trabalho. O único senão é que os puns só podem ser dados quando se está sentado, deitado… ou a realizar uma corrida de sacos! Já imaginaram assim um soirée em família tudo de saco vestido e alguém dá o sinal de partida “3, 2, 1, gás a fundo” … criam-se memória para uma vida!
 
Imagem retirada da Internet

Nas dicas de utilização do saco, os produtores sugerem o uso do Flatulence Deodorizer. E não, não estamos a falar em acender um cigarro, mas sim em usar uma espécie de penso ou filtro (vejam a imagem que é melhor) à retaguarda. Este desodorizante existe na versão premium (para quem produz potentes bombas de mau cheiro), descartável (é o chamado larga e deita fora) e reutilizável (este nem comento).

Para realizar as comprinhas de Natal é só clicar AQUI. Boas compras!
 
Imagem retirada da Internet
 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Depois do Manuel ainda veio a Maria …

A primeira vinha endereçada ao Manuel Silva, que nunca ninguém viu mais gordo ou a viver ali por aqueles lados. Achamos estranho que alguém indicasse como morada “SN 5 (perto 1563)”. Primeiro, porque se é sem número (SN), não pode ser o número 5. E segundo, se todas as casas têm número de polícia, não são necessários preciosismos do tipo “perto 1563”. Até porque o “1563” fica num cruzamento perto de várias casas e longe de outras tantas. Devolvemos (leia-se a minha mãe devolveu, porque eu vim à minha vidinha) a carta nos correios e assunto arrumado.

Assunto arrumado até este fim-de-semana! Não é que o Manuel também tem uma Maria, que vive exactamente no mesmo sítio.

De volta aos correios para devolver a inviolada “Maria Silva”, ficamos a saber uma “teoria” sobre os Silvas do “SN 5 (perto 1563)”. O Manuel e a Maria podem funcionar assim como um isco prontinho a ser mordido por um “peixinho” atarefado nos seus afazeres. Por detrás da simplicidade do nome e da elevada probabilidade em acertar num Manuel ou numa Maria Silva pode estar uma potencial trafulhice, vigarice, intrujice ou o que lhe queiram chamar.  

Se há coisa que não falta aos burlões é criatividade! Por isso, eu “mordo” a teoria da conspiração. Por outro lado, o sistema informático da ZON pode ter tido um surto psicótico e resolveu “parir” dois Silvas perto da minha casa. A ver vamos!


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A quebrar tradições desde …

É certo que hoje comemora-se o dia da Restauração da Independência, mas a tradição ditava que fosse também o dia de desempacotar as caixas, caixinhas e caixotes guardadas nos confins do anexo. Era o dia de pôr a casa a condizer com a quadra.
 
O pinheiro, que cheirava a pinheiro e era efectivamente um pinheiro, era colocado em local de destaque. O enfeitar da árvore alternava entre tem cuidado com essa bola que parte e o corre atrás daquela que vai ali a saltitar feita maluca. As luzes de Natal eram testadas para se descobrir que só metade é que funcionava correctamente. E as serpentinas/grinaldas de Natal … bem, essas foram muitas vezes separadas à força por meio de uma tesoura.

Agora já não há o feriado. O pinheiro cresceu ao ponto de só de grua ser possível enfeitar. Foi substituído por um de plástico e quando saí do ninho “encolheu” para um mini-pinheiro oferta da Skip (exactamente, a marca de detergentes).

Mas este ano é de rotura! O mini-pinheiro Skip passa à reforma juntamente com as suas mini-bolas e mini-estrela enfiada à força. As luzinhas pisca-pisca (as cores que ainda piscavam) têm o mesmo destino. E tudo isto porque me perdi de amores por um pinheiro. Não, não roubei o Pinheiro das Festas Nicolinas, porque não tenho pé-direito que permita tal excentricidade. Mas …. tenho outro mini na minha vida à espera de ser engalanado.